https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/issue/feed Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática 2026-10-15T17:16:09+00:00 Armando Handaya ahand@ifsp.edu.br Open Journal Systems <p><strong>Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática - ISSN 2965-5056 </strong>é uma publicação anual realizada pela equipe do Curso de Licenciatura em Matemática do <em>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Guarulhos</em>. A composição da equipe é formada e renovada anualmente pelos professores, técnicos-administrativos e alunos que organizam uma edição da Semana da Matemática e Educação Matemática - SEMAT, um evento de cunho acadêmico. O público-alvo são os alunos do próprio curso de Licenciatura em Matemática, mas aberto a todos os interessados. Para ser aceito para a apresentação no evento os trabalhos devem passar pela Comissão de Avaliação. Para ser aceito para a publicação os mesmos devem passar pela Comissão Editorial composta pelos professores do curso, que avalia a viabilidade da publicação do trabalho. Os artigos publicados aqui, enfim, são os Anais de apresentação no evento da Semana da Matemática e Educação Matemática, SEMAT.</p> https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/401 HISTÓRIA DA MATEMÁTICA NO ENSINO DE LOGARITMOS: UMA PROPOSTA DIDÁTICA COMPARATIVA 2026-10-09T22:41:17+00:00 Igor Carlos Neves Santos igorcarlosns@gmail.com Glauco Aparecido de Campos glaucodecampos@ifsp.edu.br <p>Esta pesquisa investiga o impacto da história da matemática no processo de ensino-aprendizagem de logaritmos. Partindo de uma pesquisa bibliográfica sobre o desenvolvimento histórico dos logaritmos, elabora-se uma proposta didática fundamentada nesse contexto histórico, a qual é aplicada em uma turma de escola pública estadual de Ensino Médio. O estudo adota uma abordagem qualitativa comparativa, confrontando os resultados de uma turma submetida à abordagem histórica com os de outra submetida ao ensino tradicional. Presume-se que o contato com a história da matemática gere impacto positivo na motivação e na qualidade do aprendizado dos estudantes. Os resultados serão descritos em formato de monografia, contemplando a narrativa histórica dos logaritmos, a proposta didática e a análise dos dados coletados, com vistas a ampliar as possibilidades de ensino para professores da educação básica. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), conforme Parecer n.º 7.974.833, CAAE 92849425.2.0000.5473.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/404 O DESAFIO DA APRESENTAÇÃO ACADÊMICA: UMA AUTOCRÍTICA 2026-10-10T11:40:51+00:00 Ester Barbosa ester.barbosa@aluno.ifsp.edu.br Rogério Marques Ribeiro rmarques@ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência descreve a vivência da autora ao apresentar seu trabalho em um evento acadêmico realizado em Brasília, destacando os impactos na construção da identidade profissional e no desenvolvimento de competências comunicativas e reflexivas. A pesquisa caracteriza-se como uma narrativa reflexiva em primeira pessoa, fundamentada em diário de campo e análise crítica da performance. À luz do modelo do Conhecimento Didático-Matemático foram descritos os desafios enfrentados, como nervosismo, ansiedade e insegurança, os quais se revelaram articulados à faceta epistêmica do conhecimento matemático mobilizado, bem como as estratégias adotadas para superá-los, incluindo ensaios, flexibilização do roteiro e adaptação da fala. Os resultados indicam que a experiência contribuiu para o fortalecimento da autoconfiança, aprimoramento da comunicação oral, gestão emocional e compreensão da interdependência entre as facetas epistêmica, cognitiva, instrucional e afetiva do conhecimento profissional docente. Reconhecem-se como limitações o caráter individual da experiência e a ausência de registro em vídeo, o que restringiu uma autoanálise sistemática das facetas do conhecimento mobilizadas.<br>Conclui-se que eventos de apresentação acadêmica constituem oportunidades significativas de formação docente, permitindo integrar teoria, prática e reflexão crítica, bem como articular o domínio do conteúdo matemático com a gestão comunicativa e emocional, favorecendo o desenvolvimento de competências essenciais à prática pedagógica.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/411 ORBIS – A GEOMETRIA PLANA EM MOVIMENTO 2026-10-10T12:43:58+00:00 ESTER BARBOSA ester.barbosa@aluno.ifsp.edu.br LUCAS FELIX N. GUEDES felix.guedes@aluno.ifsp.edu.br MARIANA CAROLINA M. S. ALMEIDA mariana.carolina@aluno.ifsp.edu.br PEDRO DE LIMA REIS pedro.reis1@aluno.ifsp.edu.br ROGÉRIO MARQUES RIBEIRO rmarques@ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência tem como objetivo apresentar o desenvolvimento do jogo pedagógico Orbis, concebido para favorecer o ensino de Geometria Plana por meio da gamificação. A pesquisa caracteriza-se como um relato de natureza qualitativa, fundamentado na observação participante e na análise reflexiva da prática. O processo metodológico envolveu a elaboração das regras, construção do tabuleiro, produção das cartas, aplicação em diferentes contextos<br>educacionais e análise do retorno discente. Participaram aproximadamente 25 estudantes ingressantes do curso de Licenciatura em Matemática do IFSP, além de turmas do Ensino Fundamental e Médio. Inicialmente direcionado ao ENCCEJA, o recurso demonstrou elevada adaptabilidade. Os resultados indicaram ampliação do engajamento dos estudantes, estímulo à participação ativa e aprimoramento na compreensão dos conceitos geométricos. A interação com<br>os participantes possibilitou ajustes progressivos, consolidando o jogo como um recurso didático flexível. Reconhece-se como limitação a ausência de instrumentos padronizados de coleta de dados. Conclui-se que a utilização de estratégias gamificadas contribui para a qualificação do processo de ensino-aprendizagem e reforça o papel docente como mediador e planejador de experiências educativas.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/380 CURSO DE AVALIAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EAD NA REDE PÚBLICA DE GUARULHOS 2026-10-08T16:48:18+00:00 Verônica Freires da Silva veronica.cemead@gmail.com Dosilia Espirito Santo Barreto dosiliamat@gmail.com Silene de Freitas Oliveira Polari silenepolari@gmail.com Simone Beltran Cassani simonebc2@gmail.com Evelyn Maia Souto vivisouto.m@gmail.com <p>Este artigo apresenta um relato de experiência das autoras na elaboração do curso “Avaliação: práticas que potencializam as ações pedagógicas e as aprendizagens”, ofertado na modalidade de Educação a Distância (EAD), no segundo semestre de 2025. O objetivo deste artigo é relatar e analisar a experiência de tutoria no curso, evidenciando suas contribuições para a reflexão e a ressignificação das práticas avaliativas no contexto escolar. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, configurando-se como relato de experiência, e compreende a investigação educacional como análise reflexiva das práticas pedagógicas. Este curso de formação continuada foi ofertado para professores graduados e concursados na rede municipal de Guarulhos e destacou-se pelas seguintes ideias: memórias avaliativas, relação entre planejamento e avaliação, papel do erro no processo de aprendizagem, modalidades e instrumentos avaliativos e análise de dados educacionais das avaliações externas. Os resultados evidenciam que as atividades favoreceram a problematização da concepção tradicional de avaliação, estimulando a compreensão da avaliação como processo formativo. As interações no ambiente virtual e as reflexões produzidas pelos cursistas indicaram avanços na articulação entre avaliação, planejamento pedagógico e acompanhamento das aprendizagens. Conclui-se que a formação contribuiu para ampliar o repertório teórico e prático dos participantes, fortalecendo práticas avaliativas mais reflexivas, intencionais e comprometidas com a aprendizagem e a transformação das práticas pedagógicas.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/414 REFLEXÕES A RESPEITO DA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE UMA PROPOSTA DE AULA SIMULADA NO ÂMBITO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA 2026-10-10T13:06:58+00:00 Italo Costa Vericio italo.vericio@aluno.ifsp.edu.br Sheila Ferreira Gonçalo sheila.goncalo@ifsp.edu.br <p>Neste relato buscou-se descrever e refletir a respeito da elaboração e execução de uma aula simulada de matemática, no âmbito da disciplina de didática, presente na matriz curricular do Curso de Licenciatura em Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, campus Guarulhos, a partir de seleção de uma habilidade prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o 9º ano. A abordagem metodológica adotada foi qualitativa, encontrando respaldo teórico nas perspectivas de Haydt (2011), Ponte (2005) e Teixeira e Reis (2012) para fundamentar a metodologia selecionada, a elaboração das tarefas matemáticas e a organização espacial da sala de aula. Os resultados mostraram a possibilidade de reflexões a respeito da articulação entre teoria e prática, fundamental para a formação docente. Revelaram ainda desafios de ordem prática, como a gestão do tempo e a imprevisibilidade das interações na resolução das atividades. Conclui-se que tais experiências aproximam os licenciandos da realidade docente, evidenciando a necessidade da intencionalidade pedagógica, da reflexão e do rigor na seleção de métodos e recursos mais adequados para a atuação docente.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/417 TUTORIA ENTRE PARES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO DE CÁLCULO PARA ESTUDANTE SURDO 2026-10-10T14:11:33+00:00 Tamires Aparecida Honorio da Silva honorio.aparecida@ifsp.aluno.edu.br Maly Magalhães Freitas malymfreitas@ifsp.edu.br <p>Este relato tem por objetivo narrar minha experiência como tutora no projeto “Tutoria entre Pares” no período de setembro à dezembro de 2025 do Instituto Federal São Paulo – campus Guarulhos. O projeto teve como foco apoiar à aprendizagem de um estudante surdo na disciplina de Introdução ao Cálculo. A abordagem metodológica consistiu em atendimentos individuais realizados antes das aulas, acompanhamento em sala e envio de materiais complementares em formato digital. Inicialmente, a ausência de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) dificultou a comunicação, sendo necessário o uso de aplicativos de transcrição e estratégias visuais para mediação do conteúdo. Ao longo do processo, foram elaborados materiais didáticos com explicações detalhadas, buscando facilitar a compreensão dos conceitos matemáticos. Com a chegada da intérprete, observou-se melhora significativa na comunicação, no engajamento e na aprendizagem do aluno. Como resultado, verificou-se avanço na autonomia e na compreensão dos conteúdos. Conclui-se que estratégias, quando adequadas as potencialidades do estudante, contribuem para o processo de aprendizagem; no entanto, não substituem a necessidade de<br>condições adequadas de acessibilidade no ensino superior.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/399 EXPLORAÇÃO DE POLIEDROS COM O USO DO POLYPAD: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA 2026-10-09T22:29:35+00:00 Diego de Freitas Lira diego.lira@prof.ce.gov.br <p>Este trabalho apresenta um relato de experiência sobre a utilização do software educacional Polypad como recurso digital para a exploração de poliedros em uma turma do 2º ano do Ensino Médio, em uma escola pública em Fortaleza. A proposta teve como objetivo favorecer a compreensão das características dos poliedros por meio da manipulação de representações geométricas virtuais, estimulando a visualização espacial e a investigação matemática. A atividade foi desenvolvida em ambiente de laboratório de informática, no qual os estudantes foram divididos em grupos de até 3 componentes e orientados a explorar diferentes sólidos geométricos disponíveis na plataforma, observando elementos como faces, arestas e vértices, bem como relações existentes entre essas características. A metodologia adotada baseou-se em uma abordagem investigativa, em que os alunos puderam manipular, construir e analisar diferentes modelos geométricos, registrando suas observações e discutindo os resultados coletivamente. Como resultados, observou-se maior engajamento dos&nbsp; estudantes e avanços na compreensão das propriedades dos poliedros, especialmente no reconhecimento de suas estruturas e na relação entre seus elementos. Conclui-se que o uso de tecnologias digitais interativas pode contribuir significativamente para o ensino de geometria espacial, tornando o<br>processo de aprendizagem mais dinâmico, visual e significativo.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/402 MATEMÁTICA E ARTE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA PARTIU IF 2026-10-09T22:58:21+00:00 João Victor DIAS Guedes Silva joao.guedes@aluno.ifsp.edu.br <p>Este trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido no programa Partiu IF, no Instituto Federal de São Paulo, campus Guarulhos, com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental de baixa renda, autodeclarados pretos, pardos, quilombolas, indígenas ou com deficiência. A proposta teve como objetivo integrar Matemática e Arte como estratégia para a recomposição das aprendizagens matemáticas. Fundamentado na perspectiva da Educação pela Arte, o projeto foi desenvolvido por meio de aulas de monitoria em Matemática, utilizando metodologias ativas e práticas interdisciplinares. A atividade envolveu a análise de obras artísticas e a produção de trabalhos autorais pelos estudantes, articulando conceitos matemáticos e diferentes manifestações artísticas. Espera-se que o trabalho contribua para o fortalecimento da interdisciplinaridade entre Arte e Matemática, promovendo um ensino de Matemática mais<br>significativo para os alunos.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/405 O JOGO MONTELUME: CONTRIBUIÇÕES DA GAMIFICAÇÃO PARA O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE EQUAÇÕES LINEARES 2026-10-10T11:47:23+00:00 ESTER BARBOSA A. CAMPOS ester.barbosa@aluno.ifsp.edu.br MARIANA CAROLINA M. S. ALMEIDA mariana.carolina@aluno.ifsp.edu.br DOUGLAS MARTINS ANHAIA anhaia.d@aluno.ifsp.edu.br SHEILA FERREIRA GONÇALO sheila.goncalo@ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência apresenta o processo de planejamento e aplicação do Jogo Montelume (Montanha Iluminada), elaborado com o objetivo de tornar o ensino de equações lineares mais significativo por meio da gamificação. A proposta decorreu da proposição de uma atividade teórico-prática no âmbito da disciplina de Metodologia Ativas, que compõe a matriz do curso de licenciatura em matemática do Instituto Federal de São Paulo - Campus Guarulhos. A proposta envolveu a elaboração e aplicação de uma atividade planejada a partir da seleção de uma das metodologias ativas trabalhadas em aula e de uma habilidade previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A atividade elaborada consistiu na resolução de desafios matemáticos envolvendo equações lineares com o objetivo de se obter coordenadas que permitiam posicionar elementos de uma cidade medieval em um plano cartesiano gigante. A atividade buscou promover o protagonismo discente, a colaboração entre os estudantes e a construção coletiva do conhecimento. A atividade foi aplicada na turma da disciplina de Metodologias Ativas, momento em que os licenciandos assumiram o papel de estudantes do 8º ano. Embora não estivesse previsto inicialmente, a atividade foi também aplicada em turmas de 8º ano de uma escola privada, experiência que também será relatada.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/412 PITÁGORAS PROTAGONISMO E INTERVENÇÃO NA TECITURA DOS AVANÇOS: GARANTINDO OPORTUNIDADES E RECOMPONDO APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS 2026-10-10T12:51:55+00:00 JOHNANTAN PEREIRA GONSALVES johnantan.gonsalves@prof.ce.gov.br JHONSON DOUGLAS DA ROCHA CARNEIRO jhonson.carneiro@prof.ce.gov.br JOSE IVO SOUSA TABOSA jose.tabosa@prof.ce.gov.br WESLEY CARLOS FERREIRA SOUZA wesley.souza@prof.ce.gov.br <p>O Projeto PITÁGORAS – Protagonismo e Intervenção na Tecitura dos Avanços: Garantindo Oportunidades e Recompondo Aprendizagens Significativas é uma ação de intervenção pedagógica voltada à recomposição, recuperação e reforço da aprendizagem em Matemática, desenvolvido na Escola Estadual de Educação Profissional Sandra Carvalho Costa desde 2024, com evidência nas ações realizadas ao longo de 2025. O projeto teve como objetivo elevar os<br>índices de proficiência dos estudantes nas avaliações externas (SAEB, SPAECE e ENEM), por meio de estratégias metodológicas baseadas no diagnóstico das aprendizagens, reorganização de turmas por níveis de proficiência, atendimento individualizado e trabalho colaborativo com monitoria entre pares. Durante a execução do projeto, os estudantes foram organizados por níveis de proficiência, permitindo atendimento focalizado aos com maior dificuldade e protagonismo estudantil aos de melhor desempenho. Em 2025, ano em que a escola participou pela primeira vez do SAEB, o projeto consolidou-se como política pedagógica institucional, apresentando avanços expressivos nos percentuais de acerto das três séries, fortalecendo a aprendizagem colaborativa, o protagonismo estudantil e ressignificando o ensino da Matemática. Os resultados demonstram que a intervenção contribuiu significativamente para o<br>fortalecimento da cultura avaliativa da escola e para a melhoria contínua do desempenho dos estudantes.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/415 Representações de frações equivalentes utilizando tecnologias digitais: uma vivência no PIBID 2026-10-10T14:01:48+00:00 Edgar Fernandes Ferreira Leme edgar.leme@aluno.ifsp.edu.br Fernando Angelis de Souza fernandoangelissouza@gmail.com Jéssica Coutinho Teixeira j.coutinho@aluno.ifsp.edu.br Zyon Luka Bernardino l.zyon@aluno.ifsp.edu Antonio Luis Mometti antonio.mometti@ifsp.edu.br <p>Este trabalho tem por objetivo apresentar um relato da experiência vivenciada por um grupo de licenciandos em Matemática, no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Trata-se de uma regência em uma turma de 6° Ano do Ensino Fundamental de uma escola pública do município de Guarulhos. A proposta tratou sobre frações, explorando o significado parte todo e o conceito de frações equivalentes; utilizando&nbsp; majoritariamente as tecnologias digitais como recurso didático. O uso deste recurso é justificado a partir do referencial de Borba, autor que conceitua características no que se refere ao uso de tecnologias digitais no processo de ensino-aprendizagem de matemática. Observamos que o uso da<br>plataforma digital motivou a participação e auxiliou os estudantes a observarem as representações geométricas e a explorarem o conceito de frações equivalentes, utilizando diferentes estratégias para a resolução das tarefas.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/419 MISSÃO INTERNACIONAL BRASIL–COLÔMBIA IFSP – CAMPUS GUARULHOS E INSTITUCIÓN UNIVERSITARIA PASCUAL BRAVO: “DE MEDELLÍN AO BRASIL: CONHECIMENTO QUE TRANSCENDE FRONTEIRAS” 2026-10-15T17:12:00+00:00 Armando Handaya ahand@ifsp.edu.br Elizabete Rubliauskas Giachetti elizabete.rubliauskas@ifsp.edu.br Marcelo Kenji Shibuya marcelo.shibuya@ifsp.edu.br Breno Cordeiro Doimo b.doimo@aluno.ifsp.edu.br Gustavo Santos Araujo gustavo.araujo2@aluno.ifsp.edu.br Maria Eduarda Alves Selvatti maria.selvatti@aluno.ifsp.edu.br Milena Aragon Silva aragon.m@aluno.ifsp.edu.br Sabrina Filizola Teixeira sabrina.filizola@aluno.ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência analisa a Missão Internacional Brasil–Colômbia 2025, desenvolvida no âmbito da parceria entre o IFSP – Campus Guarulhos e a Institución Universitaria Pascual Bravo. O objetivo é descrever as ações realizadas e avaliar seus impactos na formação acadêmica, técnica e intercultural dos participantes. A metodologia baseou-se em planejamento colaborativo, incluindo reuniões periódicas, oferta de oficinas em tecnologias emergentes —<br>como Inteligência Artificial, TinyML e ESP32 —, além de visitas técnicas e atividades culturais na cidade de São Paulo. Os resultados evidenciam elevado nível de satisfação, com 88,9% dos participantes classificando a experiência como excelente, destacando-se a forte integração acadêmica e o caráter prático das atividades. Conclui-se que a missão contribuiu significativamente para a formação dos participantes e para o fortalecimento da cooperação institucional, criando bases para iniciativas futuras, como o desenvolvimento de um laboratório binacional Maker+IA e programas de dupla titulação. A experiência reforça a internacionalização como eixo estratégico na formação de profissionais críticos e preparados para contextos globais.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/400 FORMAÇÃO DOCENTE E ENSINO DE GEOMETRIA NA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA E REALIDADE AUMENTADA 2026-10-09T22:35:43+00:00 Alexandro Santos Máximo maximusdesigner@gmail.com Amilton Alves de Souza amiltonalvess@hotmail.com <p>Este trabalho apresenta reflexões a partir de uma experiência de formação continuada com professores que atuam na Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas (EJA), com foco no ensino de geometria. O objetivo foi analisar como a articulação entre modelagem matemática e realidade aumentada pode contribuir para a ressignificação das práticas pedagógicas. A experiência foi desenvolvida por meio de oficinas formativas, estruturadas em encontros que<br>envolveram momentos de diagnóstico, experimentação e construção coletiva de propostas didáticas. Durante as atividades, foram utilizados recursos de realidade aumentada, como Merge Cube, o aplicativo QuiverVision e QR Codes, possibilitando a exploração de sólidos geométricos de forma interativa. As reflexões evidenciam que essas estratégias favoreceram o engajamento dos professores, ampliando suas possibilidades de atuação pedagógica e<br>promovendo maior aproximação entre os conteúdos matemáticos e as experiências dos estudantes. Conclui-se que a formação docente, quando articulada a práticas investigativas e ao uso intencional de tecnologias digitais, pode contribuir para a construção de práticas mais significativas no ensino da geometria na EJA.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/403 Muro das Frações: reflexões sobre uma regência no sexto ano do Ensino Fundamental de uma escola pública. 2026-10-09T23:13:57+00:00 Alinne Soares Freitas alinne.f@aluno.ifsp.edu.br Esther Castro de Lacerda esther.castro@aluno.ifsp.edu.br Italo Costa Vericio italo.vericio@aluno.ifsp.edu.br Thomaz Helio Alves de Oliveira a.helio@aluno.ifsp.edu.br Antonio Luis Mometti antonio.mometti@ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência objetiva apresentar reflexões acerca de uma regência realizada no contexto do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no ano de 2025, em uma escola estadual de Guarulhos - SP, com alunos do 6º ano B do Ensino Fundamental. A abordagem consistiu na elaboração e aplicação de uma sequência didática sobre frações, com foco na reflexão da primeira parte que utilizou o material manipulável "Muro das Frações". Os resultados indicaram que o uso de materiais manipuláveis se mostrou uma proposta interessante e viável para a aprendizagem, aguçando a curiosidade e estimulando a participação dos alunos. Contudo, a confecção manual do material resultou em imprecisões nas medidas, o que prejudicou a visualização da proporção parte-todo, ponto central da atividade investigativa. A experiência proporcionou ricas oportunidades para a reflexão crítica sobre o planejamento das tarefas e a necessidade de lidar com imprevistos, consolidando o PIBID como um espaço privilegiado para o desenvolvimento profissional e a reflexão sobre o fazer docente.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/406 O LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA COMO METODOLOGIA PARA A APRENDIZAGEM COLABORATIVA: UMA EXPERIÊNCIA COM ORGANIZAÇÃO DA RETA NUMÉRICA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 2026-10-10T11:52:14+00:00 Julianne Aparecida Alves Chiari Cardoso julianne.chiari@gmail.com <p>O ensino de Matemática ainda enfrenta desafios para promover a aprendizagem de conceitos por meio da colaboração entre os estudantes. Nesse contexto, metodologias que estimulam a interação e a resolução colaborativa de problemas têm sido apontadas como alternativas para ampliar as possibilidades de aprendizagem. Diante desse cenário, surge a seguinte questão: de que maneira o Laboratório de Matemática, organizado a partir de atividades colaborativas, pode contribuir para a construção e compreensão de conceitos matemáticos pelos estudantes? Este relato de experiência tem como objetivo analisar o “Laboratório de Matemática” como uma metodologia pedagógica que favorece a aprendizagem colaborativa. A investigação foi realizada a partir da análise de uma vivência desenvolvida com estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental envolvendo a construção de uma reta numérica. A dinâmica consistiu na organização de cartas contendo números naturais, inteiros e racionais, representados em forma decimal, fracionária e por dízimas, que deveriam ser posicionados em ordem crescente. A análise da experiência evidencia que o trabalho em grupo favoreceu processos de interação e argumentação, revelando a aprendizagem como processo social e colaborativo. Os resultados indicam que o “Laboratório de Matemática” pode ser compreendido não apenas como espaço físico, mas como metodologia que potencializa a aprendizagem colaborativa.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/379 A PRÁTICA COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO: ENSINANDO SOMA DOS TERMOS DE UMA PA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 2026-10-08T16:36:17+00:00 Bruno Damiani Fanucchi bruno.fanucchi@aluno.ifsp.edu.br Eliza Rita Soncini de Amorim a.eliza@aluno.ifsp.edu.br Gabriel Oliveira de Freitas freitas.gabriel1@aluno.ifsp.edu.br Vinícius Silva Mangueira v.mangueira@aluno.ifsp.edu.br Rogério Marques Ribeiro rmarques@ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência descreve e analisa uma sequência didática desenvolvida por licenciandos do curso de Matemática do IFSP no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), aplicada em uma turma da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O conteúdo trabalhado foi a soma dos termos de uma progressão aritmética (PA), abordado por meio de três estratégias: adição termo a termo, método de Gauss e formalização da expressão geral. A pesquisa caracteriza-se como um relato de natureza qualitativa, fundamentado na observação participante e na análise reflexiva da prática. Os resultados indicaram que os estudantes apresentaram dificuldades na interpretação do termo geral e na compreensão do papel do índice n, além de tentativas de generalização equivocadas, como multiplicar a soma dos dez primeiros termos por três. A experiência também evidenciou a importância da flexibilidade docente diante de imprevistos, como a chegada de alunos afastados e a baixa adesão às exposições em lousa. Conclui-se que a articulação de múltiplas estratégias de resolução e a reflexão-na-ação foram fundamentais para o desenvolvimento da sequência e para a formação docente dos licenciandos envolvidos.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/413 RECURSOS EDUCACIONAIS DIGITAIS (RED) NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA 2026-10-10T13:01:49+00:00 Gisele Pereira Oliveira gisele.oliveira@prof.ce.gov.br José Aires de Castro Filho aires@virtual.ufc.br Milínia Stephanie Nogueira Barbosa Felício milinia.felicio@prof.ce.gov.br Francisca Hisllya Bandeira Cavalcante hisllya.bandeira@gmail.com <p>Na era de seres-humanos-com-mídias e seres-humanos-com-coisas não viventes, pós-pandemia por COVID 19, a necessidade de formação de professores/as de Matemática frente à demanda de uso de tecnologias se tornou ainda mais evidente. Destacou-se nesse cenário, que a ausência de fluência do/a professor/a acerca da mobilização e ressignificação de conhecimentos via Tecnologias Digitais (TD) pode representar um grande desafio educacional diante deste século XXI. Dessa maneira, a iniciativa Foco na Aprendizagem, no Ceará, subsidia ações de formação de professores/as sobre a recomposição de aprendizagens essenciais, indicando e elucidando demandas educacionais significativas, como a utilização de Recursos Educacionais Digitais (RED) para auxiliar os processos de ensino e aprendizagem. Esse relato de experiência tem o objetivo geral de apresentar as potencialidades didáticas de Recursos Educacionais Digitais (RED) na formação de professores/as de Matemática para recomposição de aprendizagens essenciais. Em relação aos procedimentos metodológicos, a pesquisa caracteriza-se como qualitativa consoante a metodologia Engenharia Didática, estruturada nas fases, análises preliminares, concepção e análise a priori das situações didáticas, experimentação e análise a posteriori e validação. Sobre os resultados alcançados, verifica-se que os RED utilizados nas formações viabilizaram contribuições assertivas rumo à recomposição de aprendizagens. Por fim, os RED podem representar uma ferramenta relevante ao ensino.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/416 Simulação de aula como estratégia metodológica para a formação inicial de professores: reflexões teórico-práticas de um licenciando em matemática 2026-10-10T14:06:36+00:00 Zyon Luka Bernardino l.zyon@aluno.ifsp.edu.br Sheila Ferreira Gonçalo sheila.goncalo@ifsp.edu.br <p>Este relato trata da experiência de um licenciando no processo de elaboração e execução de uma aula simulada proposta como estratégia metodológica para a formação inicial de professores no âmbito da disciplina de didática, ministrada no curso de licenciatura em matemática do Instituto Federal de São Paulo, campus Guarulhos. A proposta da aula simulada teve como objetivo propiciar aos licenciandos uma experiência prática, na qual assumissem o papel de professores, tendo a possibilidade de tomar decisões e executar ações que permeiam o cotidiano do fazer docente. O processo envolveu o manejo de elementos presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a mobilização dos conceitos teóricos referentes à didática estudados ao longo da disciplina, a execução da aula planejada e a reflexão coletiva sobre a prática docente vivenciada. Tais reflexões contribuem para a compreensão das possibilidades de<br>estabelecimento de uma articulação entre teoria e prática ainda na formação inicial e da potencialidade da estratégia de simulação de aula para a formação inicial de professores.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/398 ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA: O LEM COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO, PESQUISA E PRODUÇÃO DE MATERIAIS MANIPULATIVOS 2026-10-09T22:23:41+00:00 Victor Vaz Pavani victorvazpavani@ifsp.edu.br Paulo Cesar Oliveira paulooliveira@ufscar.br Julio Cesar Vassoler da Silva juliovazzoler28@gmail.com <p>Este relato de experiência detalha uma iniciativa colaborativa entre uma Instituição de Ensino Superior (IES) e uma Escola de Educação Básica do município de Sorocaba, visando à revitalização e uso pedagógico do Laboratório de Ensino de Matemática (LEM). O projeto, que teve início no final do primeiro semestre de 2025, envolveu um doutorando como formador, um bolsista de iniciação científica do ensino médio e um professor universitário como orientador, além de um grupo de professores da escola (dois de Matemática, um de Língua Portuguesa e uma de Língua Inglesa). A proposta central foi transformar o LEM em um ambiente dinâmico para a formação continuada em serviço e a discussão da matemática, por meio da exploração de materiais manipulativos e do desenvolvimento de novas ferramentas didáticas. Um dos destaques foi o protagonismo do bolsista, aluno do Ensino Médio, na criação de um dominó de frações aprimorado, que foi aplicado em turmas da disciplina eletiva e na culminância do projeto, demonstrando o valor da iniciação científica no ensino médio e a eficácia da parceria universidade-escola para aprimorar as práticas pedagógicas em matemática.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/408 COMO JOGAR E ENSINAR FRAÇÕES SEM MISTÉRIO: CONSTRUINDO SIGNIFICADOS NOS ANOS INICIAIS 2026-10-10T12:12:13+00:00 Verônica Freires da Silva veronica.cemead@gmail.com Adriana Morgado addryanna@gmail.com Dosilia Espirito Santo Barreto dosiliamat@gmail.com <p>Esta oficina abordará o ensino de frações nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental por meio de estratégias lúdicas, da utilização de jogos pedagógicos e materiais manipuláveis, visando à construção de significados e à superação de práticas centradas na memorização de regras. As atividades envolvem resolução de situações-problema e reflexão sobre a prática docente, desde o planejamento até a avaliação, inclusive as externas. Busca-se, assim, contribuir para o<br>desenvolvimento do raciocínio matemático e para a qualificação das práticas pedagógicas.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/409 Jogos matemáticos- Uma ferramenta valorosa em processos inclusivos de ensino 2026-10-10T13:12:36+00:00 Lorayne Cristina do Vale lorayne.leduc@gmail.com <p>A oficina propõe a construção e contextualiza a utilização de jogos matemáticos no cotidiano escolar. Tem como principal objetivo discutir a importância destes jogos enquanto ferramenta de aprendizagem visando um ensino equitativo para todos os estudantes na educação básica. Além disso a oficina aborda o desenvolvimento integral do sujeito à luz das teorias de Vygotsky e Wallon e discute a educação inclusiva como um compromisso ético e político tendo<br>como base os estudos de Debora Diniz e Maria Teresa Égler Mantoan.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/381 GEOGEBRA E CULTURA MAKER: UM GUIA PARA CRIAÇÃO DE MODELOS PARA IMPRESSÃO 3D 2026-10-08T16:59:18+00:00 Raphael Perez Corrêa perez.r@aluno.ifsp.edu.br Eliza Rita Soncini de Amorim a.eliza@aluno.ifsp.edu.br Yohana Cassiano Bezerra b.yohana@aluno.ifsp.edu.br Matheus Romão Rodrigues matheus.romao@aluno.ifsp.edu.br <p>Esta oficina abordará o uso do LabIFMaker na criação de materiais didáticos com tecnologias de fabricação digital, com base na cultura maker e na aprendizagem ativa. Será dada ênfase ao uso do GeoGebra como ferramenta acessível para a criação de modelos destinados à impressão 3D, sem a necessidade de softwares complexos de modelagem. As atividades envolvem a construção de modelos 2D e 3D, explorando conceitos geométricos por meio da resolução de problemas. Também serão apresentados os procedimentos para transformar os modelos criados no GeoGebra em modelos para impressão 3D. Dessa forma, integra-se a modelagem matemática digital à produção de objetos físicos para o ensino.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/410 TAREFAS DE PISO BAIXO E TETO ALTO NA ABORDAGEM MENTALIDADES MATEMÁTICAS 2026-10-10T12:35:04+00:00 Henrique Marins de Carvalho hmarins@ifsp.edu.br <p>Quais as características de uma tarefa de piso baixo e teto alto? Nesta oficina, as pessoas participantes poderão experimentar e avaliar um conjunto de tarefas destinadas a estimular a investigação, a criatividade e a argumentação, no desenvolvimento de saberes matemáticos. A partir da experimentação, serão identificados os saberes e objetos de aprendizagem matemáticos presentes em cada tarefa, organizados a partir da concepção de grandes ideias, com a possibilidade de refletir sobre os processos de elaboração ou adaptação de tarefas, bem como sobre a gestão de sala de aula mais propícia para as resoluções dos enunciados propostos.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/382 OFICINA DE LATEX: CAMINHOS PARA A PRODUÇÃO CIENTÍFICA PROFISSIONAL 2026-10-08T17:06:20+00:00 Claudio da Silva Alberto Junior claudio.alberto@aluno.ifsp.edu.br Ednaldo Jose Leandro ednaldo@ifsp.edu.br <p>Este relato de experiência descreve a realização de uma oficina de LaTeX no IFSP – campus Itaquaquecetuba, destinada a estudantes e membros da comunidade externa sem conhecimento prévio da ferramenta. O objetivo foi introduzir o LaTeX como recurso de letramento digital e acadêmico, promovendo autonomia na produção textual e padronização em trabalhos científicos. A oficina, com duração de oito meses, foi organizada em etapas progressivas que abordaram desde comandos básicos até a elaboração de artigos completos. A metodologia incluiu práticas ativas como estudos de caso, dinâmicas colaborativas, jogos educativos e uso da plataforma Overleaf, favorecendo engajamento e aprendizagem significativa. Os resultados mostraram evolução técnica, maior confiança na edição de documentos e aplicação prática em relatórios e trabalhos acadêmicos. Conclui-se que oficinas práticas de LaTeX são eficazes para democratizar o acesso a tecnologias acadêmicas, fortalecer a produção científica e promover inclusão digital, apontando para a necessidade de continuidade e expansão em formatos híbridos.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/383 BASTIDORES DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA: UMA ANÁLISE DOS CONTEXTOS INSTITUCIONAIS UNIVERSITÁRIOS POR MEIO DAS CARTAS 2026-10-09T11:29:10+00:00 Reginaldo Virginio da Silva Filho reginaldo.virginio@unifesp.br <p>Este texto reflete sobre as possibilidades de pesquisa instauradas pelo uso dos arquivos pessoais pelos historiadores. Contextualizada às condições de sua produção, parte das mudanças nas investigações históricas observadas no início do século XX se deve à criação e disponibilização para consulta de arquivos pessoais, acompanhadas do crescente individualismo da <br>contemporaneidade. Dos documentos presentes neste tipo de arquivo, as cartas se destacam pela multiplicidade de formas que podem assumir e os meios por onde podem circular. Aproveitando-nos dessas possibilidades, debruçamo-nos sobre um conjunto de cartas presentes no Arquivo Pessoal Ubiratan D’Ambrosio que nos revelam parte do contexto institucional dos departamentos <br>de matemática de duas universidades do nordeste brasileiro no final da década de 1960. As análises demonstram o caráter de estruturação destes departamentos no período, os interesses de expansão e consolidação e as condições necessárias para o estabelecimento de projetos mais robustos.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/386 UTILIZAÇÃO DO MINECRAFT COMO RECURSO VISUAL PARA ESTUDANTES AUTISTAS COM DIFICULDADES NA ABSTRAÇÃO DE CONCEITOS GEOMÉTRICOS 2026-10-09T12:01:55+00:00 Erika Vitória Rosa dos Santos erikavitoriarosadossantos@gmail.com Glauco Aparecido de Campos glaucodecampos@ifsp.edu.br <p>Este artigo discute um desafio encontrado por estudantes autistas no desenvolvimento da capacidade de abstração, necessária na geometria, que encontra-se escassa nesses indivíduos. Para isso, apresenta-se um breve histórico de inclusão até a atualidade, que ainda conta com barreiras de inclusão para estudantes com TEA, além de artigos e obras de Lev Vygotsky, cruciais para o estudo que, mostraram uma forma de contornar barreiras de inclusão relacionadas à capacidade de abstração presente na geometria, em que a utilização do jogo digital Minecraft mostra-se uma possibilidade eficaz para este meio.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/390 ENSINAR PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA NOS ANOS FINAIS: ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS PARA POTENCIALIZAR A APRENDIZAGEM 2026-10-09T21:21:46+00:00 Jorge Felipe Fires de Brito jorgefelipefiresdebrito@gmail.com Raquel Santos Silva raquel.ssilva@sesisp.org.br <p>O presente artigo tem como foco apresentar uma proposta didática para o ensino de conceitos iniciais de probabilidade e estatística, com o intuito de explorar experimentos aleatórios e espaço amostral, aplicada a alunos do 6º ano do Ensino Fundamental. A pesquisa possui abordagem qualitativa, de caráter exploratório, utilizando análise documental de materiais<br>pedagógicos, planejamento docente e registros de práticas desenvolvidas em sala de aula. A proposta metodológica baseou-se na organização de atividades com uso de materiais manipuláveis a partir da perspectiva do conhecimento especializado do professor que ensina matemática e no trabalho em grupos heterogêneos, visando promover maior interação,<br>participação e construção coletiva do conhecimento. Durante a aplicação das atividades, foram utilizados dados, urnas com objetos variados e recursos digitais, aliados a questionamentos orientadores que estimularam o raciocínio probabilístico dos estudantes. Os resultados evidenciaram maior engajamento dos alunos, participação ativa nas atividades e melhor<br>compreensão dos conceitos trabalhados. Concluindo-se que a utilização de estratégias diversificadas contribui de forma positiva para uma aprendizagem mais significativa e contextualizada dos conhecimentos a serem oportunizados.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/393 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E EDUCAÇÃO NO BRASIL: EXPLANAÇÃO DO REFERENCIAL PARA DESENVOLVIMENTO E USO RESPONSÁVEL DE IA NA EDUCAÇÃO E O ENSINO DA MATEMÁTICA 2026-10-09T21:45:32+00:00 Silene de Freitas Oliveira Polari silenepolari@gmail.com Verônica Freires da Silva veronica.cemead@gmail.com <p>A emergência da Inteligência Artificial (IA) como tecnologia estruturante da transformação digital contemporânea tem gerado impactos significativos nos processos de ensino e aprendizagem. Nesse contexto, o “Referencial para o Uso e Desenvolvimento Responsáveis de Inteligência Artificial na<br>Educação” orienta princípios éticos, pedagógicos e institucionais para a integração dessas tecnologias no ensino. Diante desse cenário, este artigo busca responder à seguinte pergunta de pesquisa: de que maneira este referencial contribui para orientar práticas pedagógicas e políticas<br>públicas educacionais diante das transformações tecnológicas contemporâneas? O objetivo do estudo é analisar este documento, suas implicações para a educação brasileira e, especialmente, para o<br>ensino da matemática. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter documental, com base nas contribuições teóricas de Santaella, Skovsmose e Selwyn e nas diretrizes internacionais da UNESCO, que dialogam sobre as relações entre tecnologia, educação e crítica social. A análise evidencia que o referencial constitui um marco importante da IA na Educação Básica, ao enfatizar princípios como gerenciamento das ações educacionais, transparência algorítmica e centralidade do professor. Conclui-se que a integração da IA à educação e ao ensino da matemática dependerá da articulação entre políticas públicas, formação docente e desenvolvimento do Letramento Digital dos professores.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/396 QUANDO PALAVRAS ENCONTRAM NÚMEROS: A ARTICULAÇÃO ENTRE LÍNGUA MATERNA E MATEMÁTICA NO DESENVOLVIMENTO DO LETRAMENTO MATEMÁTICO 2026-10-09T22:05:47+00:00 Silene de Freitas Oliveira Polari silenepolari@gmail.com Verônica Freires da Silva veronica.cemead@gmail.com Dosilia Espirito Santo Barreto dosiliamat@gmail.com Evelyn Maia Souto vivisouto.m@gmail.com Allef Kawã Rodrigo Carvalho Barbosa allef.carvalhok20@gmail.com <p>A relação entre língua materna e matemática constitui um elemento central para compreender os processos de ensino e aprendizagem na Educação Básica. Embora tradicionalmente tratadas como áreas distintas, Língua Portuguesa e Matemática compartilham estruturas cognitivas e discursivas fundamentais para a construção do pensamento lógico e para a produção de significados. Nesse contexto, este artigo busca responder à seguinte questão de pesquisa: de que maneira a articulação entre Língua Portuguesa e Matemática contribui para o desenvolvimento do letramento matemático no contexto escolar? O objetivo é analisar como a língua materna participa da construção do raciocínio matemático e discutir possibilidades pedagógicas que integrem práticas de leitura,<br>interpretação e argumentação ao ensino de matemática. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada em autores que discutem sobre linguagem, aprendizagem e educação matemática, entre eles Vygotsky, Smole e Diniz, Bakhtin, Skovsmose e D’Ambrosio e Machado, além das orientações da Base Nacional Comum Curricular. O desenvolvimento deste artigo evidencia que a interpretação de enunciados, a comunicação de estratégias de resolução e a argumentação matemática mobilizam competências linguísticas essenciais para a aprendizagem. Conclui-se que a integração entre Língua Portuguesa e Matemática favorece práticas pedagógicas mais significativas, contribuindo para o fortalecimento do letramento matemático e para a formação<br>reflexiva dos estudantes.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/384 O BOM FORMADOR E A FORMAÇÃO FEDATHI GENERALIZADA: UMA INICIATIVA PARA O PROGRAMA FOCO NA APRENDIZAGEM 2026-10-09T11:42:11+00:00 Milínia Stephanie Nogueira Barbosa Felício milinia.felicio@prof.ce.gov.br Gisele Pereira Oliveira gisele.oliveira@prof.ce.gov Francisca Hisllya Bandeira Cavalcante hisllya.bandeira@gmail.com Carlos Henrique Delmiro de Araújo carlos.araujo@ifms.edu.br Daniel Brandão Menezes brandao.menezes@uece.br Herminio Borges Neto herminio@multimeios.ufc.br <p>A recomposição das aprendizagens configura-se como um dos principais desafios da educação básica no cenário pós-pandemia, demandando o fortalecimento da formação continuada de professores. Nesse contexto, destaca-se a necessidade de compreender e qualificar a atuação dos profissionais responsáveis por conduzir esses processos: os formadores. Este estudo tem como objetivo analisar as reflexões produzidas por formadores de matemática do programa FOCO na Aprendizagem, em Fortaleza, a partir de um instrumento de autoavaliação formativa. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa e exploratória, envolvendo nove formadores, cujas respostas foram analisadas à luz de categorias fundamentadas nas dimensões do Bom Formador: relacional, prática, teórica e cultural. Os resultados evidenciam que os participantes já mobilizam, ainda que de forma intuitiva, princípios associados à mediação fedathiana. A partir desses achados, o estudo propõe a Formação Fedathi Generalizada como um caminho estruturado para potencializar a formação de formadores, ampliando a consciência sobre sua prática e promovendo mudanças <br>mais consistentes nas ações formativas. Conclui-se que investir na formação de formadores é estratégico para o fortalecimento das políticas educacionais e para a transformação das práticas <br>pedagógicas.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/387 DESENVOLVENDO O CONHECIMENTO ESPECIALIZADO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA UTILIZANDO A METODOLOGIA DE TRABALHO EM GRUPOS HETEROGÊNEOS 2026-10-09T12:08:37+00:00 Raquel Santos Silva raquel.ssilva@sesisp.org.br Sônia de Cassia Santos Prado sonia.prado@sesisp.org.br Reinilson Souza Ciriaco Junior reinilson.junior@sesisp.org.br <p>Este trabalho analisa como o desenvolvimento do conhecimento especializado de professores que ensinam matemática ocorre por meio da metodologia de trabalho em grupos heterogêneos. O objetivo central é investigar como a articulação entre o conhecimento conceitual e o pedagógico, fundamentada no modelo Mathematics Teaching Specialised Knowledge (MTSK), provoca mudança na prática docente. A abordagem metodológica adotada é uma pesquisa qualitativa do <br>tipo documental exploratória, utilizando como objeto de análise o curso de pós-graduação Matemática², que implementa a metodologia de trabalho em grupos heterogêneos com apoio da dupla docência e aprendizagem entre os pares. Os resultados parciais demonstram que a organização intencional de grupos com papéis definidos e tarefas desafiadoras, exemplificada no ensino de números decimais, favorece a superação de obstáculos epistemológicos e a mobilização de subdomínios do conhecimento matemático (MK) e pedagógico (PCK). Conclui-se que a convergência entre uma fundamentação teórica robusta e estratégias centradas na interação pode promover a ressignificação da prática docente, alinhando o conhecimento especializado do professor que ensina matemática às demandas do Currículo Paulista e potencializando a mudança da prática dos cursistas impactando positivamente na Educação Básica.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/391 GÊNERO E CURRÍCULO: ANÁLISE DAS REPRESENTAÇÕES NO LIVRO DIDÁTICO DE MATEMÁTICA DO 8º ANO 2026-10-09T21:33:27+00:00 Brenda Oliveira Mendes brenda.mendes@aluno.ifsp.edu.br Ana Dalila Moreira da Silva dalila.ana@aluno.ifsp.edu.br Sheila Ferreira Gonçalo sheila.goncalo@ifsp.edu.br <p>Este trabalho tem como objetivo investigar como as questões de gênero são representadas no livro didático de matemática “Aprender Sempre”, referente ao 8º ano do Ensino Fundamental. Partindo de pressupostos teóricos ligados aos estudos feministas, foram analisadas 48 questões distribuídas em 64 aulas das 8 sequências didáticas que compõem o material. A metodologia adotada teve inspiração na análise de conteúdos proposta por Bardin (2002), destacando-se três aspectos: a presença de personagens masculinas e femininas, a linguagem utilizada e a ocorrência de estereótipos. Os resultados evidenciam um predomínio de representações masculinas, frequentemente associadas a papéis de protagonismo e domínio das situações descritas nas questões analisadas, enquanto as personagens femininas aparecem, em muitos casos,&nbsp; inculadas a atividades de cuidado, tarefas domésticas ou contextos concebidos socialmente como femininos. Além disso, observou-se baixa incidência de linguagem neutra, o que reforça a centralidade do<br>masculino como norma. Ainda que algumas questões apresentem avanços pontuais na diversificação dos papéis de gênero, estes são insuficientes para romper com padrões estereotipados identificados. Embora seja recomendado uma ampliação do estudo, a análise confirmou que o material didático não é neutro, podendo atuar na reprodução de desigualdades de gênero, evidenciando a necessidade de revisão crítica dos recursos pedagógicos, a fim de promover uma educação mais equitativa, inclusiva e democrática.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/394 LIVRO-BRINQUEDO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS EM REVISTAS BRASILEIRAS 2026-10-09T21:51:41+00:00 Edvonete Souza de Alencar Edvonete.alencar@unb.br Cinthia Nunes Fernandes cinthia.nunesfa@gmail.com Camila Fernanda Pereira da Luz camilaluz.na@gmail.com <p>Essa comunicação cientifica tem como objetivo mapear e apresentar artigos científicos publicados em revistas brasileiras que possuem como temática o livro brinquedo para o ensino de matemática. Esse texto apresenta dados parciais da investigação Livros brinquedo para o desenvolvimento do conhecimento matemático à bebês e crianças bem pequenas, desenvolvido junto ao grupo de pesquisa Dzeta Investigações em Educação Matemática pela Universidade de<br>Brasília. A metodologia utilizada foi a revisão bibliográfica, fundamentada em Ludke e André, utilizou-se como descritores os termos livros brinquedo and matemática, realizou-se filtros com a leitura de títulos e resumos e selecionou-se o corpus de análise realizamos categorias que pudessem promover o conhecimento das investigações. Os referenciais de análise foram centrados no uso da literatura como recurso para o ensino de matemática e de maneira geral, identificamos a escassez de pesquisas sobre o tema e a necessidade de ampliação e divulgação de investigações da área.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/397 TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO RECURSO PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESTUDO INTRODUTÓRIO 2026-10-09T22:11:41+00:00 Airan Carvalho dos Santos airancarvalho.3017@gmail.com Wesley de Jesus Oliveira adm.wesleyoliveira@outlook.com Elton de Andrade Viana eaviana@pucsp.br <p>A Tecnologia Assistiva possibilita à pessoa com deficiência física ou intelectual, com transtornos de aprendizagem ou síndromes, a comunicação e a liberdade para tomar decisões. Quando usada no ambiente escolar, essa tecnologia oferece aos estudantes ferramentas para a realização de atividades que, em muitos<br>casos, não seriam possíveis. Este artigo tem por objetivo identificar como a Tecnologia Assistiva contribui para o desenvolvimento da Educação Inclusiva, utilizando como auxiliar o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA). Para isso, foi realizada uma pesquisa de caráter qualitativo, adotando a metodologia exploratória, pautada na revisão de literatura do tipo levantamento bibliográfico. Foram feitas buscas em artigos publicados em diferentes revistas, na plataforma Periódicos da CAPES, além de livros e sites, para a construção do referencial teórico. Foram identificados 12 artigos científicos que revelam que a Tecnologia Assistiva é desconhecida por muitos professores. No entanto, quando lhes são oferecidas formações sobre o tema, eles reconhecem que a TA possui grande potencial pedagógico para suas aulas. Nesse sentido, os softwares livres são um forte aliado, pois ajudam a reduzir as desigualdades e a eliminar a segregação da pessoa com deficiência. Por outro lado, as demandas atuais exigem que o poder público invista na qualificação desses profissionais.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/385 CONTRIBUIÇÕES DA OPMAT NA FORMAÇÃO DOCENTE: UMA ANÁLISE DOS PLANOS DE AULA DA SEGUNDA EDIÇÃO DA OLIMPÍADA 2026-10-09T11:51:38+00:00 Dr. Ramon Fernandes Ramos ramon.ramos@prof.ce.gov.br Ma. Meirivâni Meneses de Oliveira meirivani.oliveira93@aluno.ifce.edu.br Ma. Maria Jucineide da Costa Fernandes jucineide.fernandes@prof.ce.gov.br Esp. Luiza Helena Martins Lima luiza.lima1@prof.ce.gov.br <p>Este artigo tem como objetivo analisar em que medida os planos de aula produzidos na 2ª edição da Olimpíada Cearense para Professoras/es de Matemática da Rede Pública Estadual (OPMAT) <br>evidenciam a mobilização do Conhecimento Pedagógico do Conteúdo (CPC) no planejamento didático. De abordagem qualitativa e natureza descritivo-exploratória, a pesquisa utiliza análise documental orientada pelo referencial de Shulman (1986), organizando os dados em três <br>categorias: Conhecimento do Conteúdo Matemático, Conhecimento Pedagógico do Conteúdo e Conhecimento do Contexto e dos Alunos. O corpus é composto pelos planos das 16 equipes finalistas. Os resultados indicam predomínio do CPC nas propostas, com estratégias <br>metodológicas diversificadas, embora a antecipação explícita das dificuldades dos estudantes seja uma lacuna transversal ao corpus. Conclui-se que a estrutura colaborativa da OPMAT apresenta <br>indícios de ser um mecanismo indutor de planejamento mais reflexivo, evidenciando o potencial das olimpíadas de professores como espaço legítimo de formação continuada.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/389 ANÁLISE PRELIMINAR EM UM LIVRO DIGITAL SOBRE ECONOMIA PESSOAL 2026-10-09T21:14:50+00:00 Ana Paula Teles de Oliveira aptbahia@uesb.edu.br <p>O artigo tem o objetivo de fazer uma análise preliminar do livro eletrônico ‘Quem Sonha Poupa: um guia prático para aprender a guardar dinheiro’, um material de estudo disponibilizado para<br>jovens participarem de um concurso cultural promovido pela FEBRABAN. Esses resultados fazem parte da investigação “Um estudo sobre educação financeira”, uma pesquisa qualitativa, que utiliza<br>como metodologia a análise documental e alguns aspectos do redesenho de tarefas. Após a análise, foi constatado que o documento possui uma abordagem que pode explorar seis habilidades da<br>matemática proposta pela Base Nacional Comum Curricular e que, apesar da variedade de habilidades, existem diversos erros, tanto no material, como em arquivo direcionado para aprofundamento do assunto.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/392 INDICADORES SOCIAIS APRESENTADOS POR MEIO DE GRÁFICOS ESTATÍSTICOS: UM ESTUDO COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO 2026-10-09T21:39:50+00:00 Marciel José do Monte marciel.monte@gmail.com Liliane Maria Teixeira Lima de Carvalho liliane.lima@ufpe.br <p>Este artigo tem o objetivo de investigar interpretações dos professores de matemática do Ensino Médio sobre indicadores sociais apresentados por meio de gráficos. Trata-se da terceira e última fase da pesquisa de doutorado do primeiro autor, sob a orientação da segunda autora. Participaram desta fase da pesquisa quatro professores de matemática que integraram um grupo de estudos com a presença do pesquisador, responsável por mediar as discussões a partir de um roteiro semiestruturado. O presente artigo apresenta e discute os dados do 1º e do 2º encontro do grupo de estudos. Os dados foram analisados qualitativamente com base em categorias de análise oriundas das falas dos participantes. De um modo geral, a pesquisa revela um cenário em que os<br>professores de matemática participantes atribuem valor social aos indicadores, reconhecendo-os como instrumentos capazes de mobilizar reflexões, debates e ações no contexto escolar. O roteiro do grupo de estudos mostrou-se exitoso pois mobilizou elementos do conhecimento e de disposição contribuindo para o desenvolvimento do letramento estatístico dos participantes. Conclui-se apontando a necessidade de formações para os professores que integrem a compreensão crítica dos indicadores sociais com o domínio técnico dos conteúdos da Estatística.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática https://revista.gru.ifsp.edu.br/semat/article/view/395 NEURODIVERSIDADE E ENSINO DE MATEMÁTICA: NOVOS OLHARES PARA A INCLUSÃO NO CONTEXTO ESCOLAR A PARTIR DA AVALIAÇÃO, DOS ÍNDICES EDUCACIONAIS E DAS POLÍTICAS PÚBLICAS 2026-10-09T21:58:15+00:00 Wesley de Jesus Oliveira wesleythrifty25@gmail.com Verônica Freires da Silva veronica.cemead@gmail.com <p>Este artigo apresenta relações entre neurodiversidade, ensino de Matemática, avaliação educacional e políticas públicas no contexto da Educação Básica. Tem por base os resultados de uma pesquisa cujo objetivo é compreender de que maneira os processos avaliativos e os índices educacionais influenciam o ensino de Matemática para estudantes neurodivergentes, considerando os desafios da construção de uma educação inclusiva. Essa pesquisa possui abordagem qualitativa de cunho teórico, fundamentada na análise bibliográfica e documental de legislações, diretrizes e produções educacionais, refletindo sobre as práticas pedagógicas no contexto escolar. O referencial teórico dialoga com as contribuições de Armstrong sobre neurodiversidade, de Mantoan acerca da educação inclusiva, de Vygotsky no que se refere aos processos de mediação e aprendizagem, bem como com os estudos de D’Ambrósio e Skovsmose no campo da Educação Matemática. Também são consideradas as reflexões de Apple e Ball sobre políticas educacionais e avaliação. Os resultados da<br>pesquisa obtidos até agora indicam que práticas pedagógicas e avaliativas baseadas em modelos padronizados podem limitar o reconhecimento da diversidade cognitiva. Esses resultados permitem concluir que a construção de uma educação matemática inclusiva requer a articulação entre práticas<br>pedagógicas diversificadas, processos avaliativos mais flexíveis e políticas públicas comprometidas com a equidade educacional.</p> 2026-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais da Semana da Matemática e Educação Matemática